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Gestão dos Correios em Minas Gerais persegue trabalhadores com alteração na jornada de trabalho

A gestão dos Correios em Minas Gerais está usando a indefinição da jornada de trabalho para perseguir os trabalhadores grevistas. A “orientação” e o tratamento diferenciado dado aos trabalhadores mineiros já virou um caso escancarado de assédio e perseguição, inclusive com ameaças de abertura de processos administrativos caso os trabalhadores não compareçam aos sábados. A atitude da gestão em Minas Gerais visa burlar a Tutela de urgência, emitida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), que garante o direito ao trabalhador grevista de se recusar a compensar a greve, optando pelo pagamento em dinheiro, com aviso de 24 horas de antecedência.

A situação é tão absurda que algumas gestões, como no caso do CDD Nova Lima, CDD Nova Serrana, CDD Betim BR, CDD Novo Progresso e outros já alteraram a jornada de trabalho dos funcionários no cartão de ponto e no sistema da Empresa sem uma orientação nacional. Ou seja, a ECT, que é uma empresa nacional, está adotando jornadas diferenciadas entre os estados, uma aberração. Alias, dentro do próprio território mineiro não existe uma unificação! Este tratamento diferenciado não deixa dúvidas que aos trabalhadores mineiros que protagonizaram uma das maiores greves do País, estão sendo assediados e perseguidos no pós-greve e o Sindicato irá tomar as medidas cabíveis.

Diante da grave denúncia de perseguição que fere a convenção 105 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)    , bem como o direito constitucional de greve dos trabalhadores mineiros, exigimos que a direção da ECT, em Brasília, apure imediatamente, através de processos administrativos, as gestões em Minas Gerais, que visivelmente está usando a jornada de trabalho para perseguir os trabalhadores participantes do movimento paredista.  As alterações realizadas por estes gestores descumprem, inclusive, a orientação nacional do documento (FAQ) emitido pela direção da Empresa.

O SINTECT-MG chama todos os trabalhadores do estado de Minas Gerais a ficarem atentos às orientações do Sindicato. Não iremos aceitar nenhum tipo de perseguição aos trabalhadores que lutaram legitimamente pelos seus direitos. Se preciso for, organizaremos outra luta contra as perseguições e os desmandos da ECT.

Fora gestão assediadora de trabalhadores grevistas! A gestão dos Correios em Minas Gerais está usando a indefinição da jornada de trabalho para perseguir os trabalhadores grevistas. A “orientação” e o tratamento diferenciado dado aos trabalhadores mineiros já virou um caso escancarado de assédio e perseguição, inclusive com ameaças de abertura de processos administrativos caso os trabalhadores não compareçam aos sábados. A atitude da gestão em Minas Gerais visa burlar a Tutela de urgência, emitida pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), que garante o direito ao trabalhador grevista de se recusar a compensar a greve, optando pelo pagamento em dinheiro, com aviso de 24 horas de antecedência.

A situação é tão absurda que algumas gestões, como no caso do CDD Nova Lima, CDD Nova Serrana, CDD Betim BR, CDD Novo Progresso e outros já alteraram a jornada de trabalho dos funcionários no cartão de ponto e no sistema da Empresa sem uma orientação nacional. Ou seja, a ECT, que é uma empresa nacional, está adotando jornadas diferenciadas entre os estados, uma aberração. Alias, dentro do próprio território mineiro não existe uma unificação! Este tratamento diferenciado não deixa dúvidas que aos trabalhadores mineiros que protagonizaram uma das maiores greves do País, estão sendo assediados e perseguidos no pós-greve e o Sindicato irá tomar as medidas cabíveis.

Diante da grave denúncia de perseguição que fere a convenção 105 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)    , bem como o direito constitucional de greve dos trabalhadores mineiros, exigimos que a direção da ECT, em Brasília, apure imediatamente, através de processos administrativos, as gestões em Minas Gerais, que visivelmente está usando a jornada de trabalho para perseguir os trabalhadores participantes do movimento paredista.  As alterações realizadas por estes gestores descumprem, inclusive, a orientação nacional do documento (FAQ) emitido pela direção da Empresa.

O SINTECT-MG chama todos os trabalhadores do estado de Minas Gerais a ficarem atentos às orientações do Sindicato. Não iremos aceitar nenhum tipo de perseguição aos trabalhadores que lutaram legitimamente pelos seus direitos. Se preciso for, organizaremos outra luta contra as perseguições e os desmandos da ECT.

Fora gestão assediadora de trabalhadores grevistas!