ATENÇÃO! ESTA É UMA CAMPANHA NACIONAL EM DEFESA DA EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS

corpriEssa mensagem deve ser repassada em todos os grupos de redes sociais (whatsapp, facebook e afins) que vocês estiverem (família, população, movimentos sociais, culturais, sindicais e, principalmente, nos grupos abertos de amigos e da população em geral). A mensagem também deve ser impressa e entregue em locais públicos (praças, estações de metrô, trem, escolas, universidades, locais de trabalho e em todas as cidades).

A única maneira de não deixar que o Governo entregue as empresas estatais do País é mobilizar a população para defesa do bem público. A defesa dos Correios como Empresa Pública significa defender a soberania nacional do Brasil, as políticas sociais através da Estatal e o direito constitucional de ter o serviço postal em todos os municípios do País.

Participe desta campanha e compartilhe essa mensagem para que possamos alertar a população e impedir a “venda/entrega” dos Correios que é patrimônio do povo brasileiro.     

PRIVATIZAR É ROUBAR A POPULAÇÃO!
PRIVATIZAÇÃO É COISA DE LADRÃO!
DEFENDER OS CORREIOS PÚBLICOS É DEFENDER O BRASIL!

Perseguição contra trabalhadores faz parte da campanha de privatização

assediomoralDepois de imposta a implantação da DDA no CDD Teófilo Otoni (mesmo após assinado  um acordo entre Fentect e presidente da Empresa, suspendendo novas implantações) delegados sindicais e, por conseguinte, todos os trabalhadores do CDD Teófilo Otoni estão sendo perseguidos por debaterem, em reunião, a inviabilidade do mesmo.

Tamanha é a perseguição aos trabalhadores que dois delegados sindicais foram retirados da atividade de entrega, perdendo assim o AADC (30% de adicional de entrega), o que compromete gravemente sua renda familiar, apenas por argumentarem que a DDA não deu certo e que os empregados deveriam ser ouvidos.  Não há dúvidas que a DDA é um sistema que prejudica não só a população, que não recebe mais suas correspondências diariamente, mas também o trabalhador, que é obrigado a trabalhar sempre com a carga dobrada. No CDDTeófilo Otoni a situação é ainda mais grave! Os distritos estão todos “estourados”, e o número de trabalhadores não é suficiente sequer para cobrir as posições de trabalho, além da topografia da cidade, que por si só, já contribui com o desgaste do trabalhador.

O resultado da implantação arbitrária da DDA no CDD Teófilo Otoni é o atraso na entrega das correspondências, que em algumas ocasiões, chegou a demorar 30 dias ou mais. Desde a implantação da DDA, que ocorreu em janeiro desse ano, os trabalhadores de diversas cidades estão dando apoio contínuo em Teófilo Otoni para tentar amenizar a situação. Não bastasse todos esses ataques aos trabalhadores, delegados sindicais estão sofrendo punições apenas por terem argumentado com o gerente, em reunião, contra a DDA. A perseguição foi tão evidente que os trabalhadores do setor organizaram um abaixo assinado, não só argumentando com a Empresa a inviabilidade da DDA, mas, também, pedindo o imediato retorno dos colegas às suas funções.

É importante esclarecer que o ato da Empresa, através de seus gestores, representa assédio moral contra os delegados sindicais e assédio sindical contra todos os trabalhadores da unidade que os elegeu. O sindicato já enviou uma carta à Empresa e está tomando todas as providências legais em relação ao assunto. É importante que os trabalhadores do CDD Teófilo Otoni, bem como todos os trabalhadores dos Correios, entendam que conforme os ataques aos direitos dos trabalhadores se intensificam, dada a pressão imperialista para retirar direitos e privatizar o setor público, afim de salvar o lucro dos grandes empresários, é necessário travar uma verdadeira luta em defesa não apenas dos direitos, mas também do emprego.

Pelo fim da DDA, OAI e CDD Virtual!
Não à privatização dos Correios! Privatização é demissão “em massa”!
Concurso Publico Já! Para contratação de 25.000 trabalhadores.
Eleições para todos os cargos de chefia, com mandatos revogáveis.

lutarevencer

A campanha salarial dos trabalhadores dos Correios já está em andamento. A pauta de reivindicações aprovada no último CONREP (Conselho de representantes dos Trabalhadores dos Correios) foi protocolada na Empresa no dia 27 de julho, em Brasília. Um dos eixos da campanha salarial deste ano é a volta do plano Correios Saúde, a principal conquista dos trabalhadores, que agora exigem o seu controle.

O presidente da ECT, Guilherme Campos, tentou de todas as formas aumentar a participação dos empregados no custeio das despesas do plano de saúde; propôs uma mensalidade para os beneficiários e dependentes, que foi rejeitada pela categoria em todos os estados. Depois de fracassadas tentativas de acordo, solicitou mediação do TST (Tribunal Superior do Trabalho) para resolver o impasse. O TST, mostrando ser uma instituição que gerencia os interesses da burguesia, fez uma nova proposta, onde apenas os dependentes pagariam essa mensalidade. Tal “sugestão” nem chegou a ser apresentada nas Assembleias. Recentemente, alteraram essa proposta de participação para percentuais, conforme faixa remuneratória, que variam entre 5,21% e 7,82%, resultando em mensalidades que variam de R$ 124,75 até R$ 861,59.

Campanhas salariais anteriores foram levadas de forma equivocada ao TST, como a de 2014, mostrando que essas mediações nada mais são do que uma prática antisindical, tirando dos trabalhadores a condição de negociadores dos interesses coletivos. Desde já, se propõe à categoria uma mudança de postura nesta campanha salarial. Os trabalhadores dos Correios de forma organizada e unificados na defesa da pauta coletiva precisam urgentemente enfrentar a Empresa e o Poder Judiciário. O plano de saúde da categoria é um direito já adquirido, portanto, só pode ser alterado de comum acordo com os empregados. Os trabalhadores têm esse benefício há mais de trinta anos. Qualquer tentativa de se “empurrar” uma mensalidade, via Poder Judiciário, é um golpe.

Neste sentido, o Sintect-MG convoca os trabalhadores a lotarem as Assembleias Gerais desta campanha salarial, demostrando à Empresa e ao TST que estão mobilizados contra qualquer tentativa de retirada de direitos e organizados para fazer a maior greve da história dos Correios.

CONTRA A IMPLANTAÇÃO DE MENSALIDADES

FORA POSTAL SAÚDE E RETORNO DA GESTÃO POR RH DA EMPRESA

PELA UNIFICAÇÃO DAS CATEGORIAS COM DATA BASE NO 2º SEMESTRE

NÃO À PRIVATIZAÇAO! PRIVATIZAÇÃO É DEMISSÃO!

Assim como no País ocorre um golpe a para aprovar leis e Reformas que retiram direitos da população, ocorre na ECT um golpe da mesma natureza está sendo aplicado contra seus trabalhadores. O objetivo é de reduzir ao máximo o número de empregados concursados. Esse processo está sendo construído pelo seu maior idealizador, o presidente da Empresa, Guilherme Campos. As demissões em massa tiveram início com os PDI’s (Plano de Desligamento Incentivado), passando pela tentativa de anulação do Concurso/2011 e, agora, segue para a terceira fase – a “APROVAÇÃO DA ‘DISPENSA’ MOTIVADA”. Com o discurso que a Empresa começa a apresentar “melhoras” nas contas após o fechamento de centenas de Agências Próprias e das mais de 10.000 demissões que ocorreram nos PDI’s, mas que ainda estaria “deficitária”, o presidente da estatal pretende levar adiante o processo de privatização dos Correios. Campos informou recentemente na imprensa burguesa e nos boletins internos da ECT a continuação do processo de demissão de 25 mil trabalhadores, alegando crise financeira (crise do capitalismo), mas não explicou para quem essas demissões e fechamento de postos de trabalho representará uma melhora no faturamento. Ou seja, não esclareceu que o que se pretende é proporcionar uma maior lucratividade para os empresários donos de AGF’s, das empresas terceirizadas e das multinacionais como a FEDEX, DHL, UPS e TNT. Segundo o representante desses grandes empresários, com a terceira fase de demissões, a ECT voltaria à sua condição “normal” de lucratividade, porém, em um grau de exploração só existente nos países mais pobres do mundo.

A política de entregar as empresas públicas e as matérias primas produzidas nos países pobres “a troco de migalhas”  vem sendo imposta diretamente pelos grandes empresários internacionais, que querem recuperar sua taxa média de lucro e manter seus privilégios através da expropriação da classe operária. Está colocado na ordem do dia a retirada dos principais direitos dos trabalhadores, como plano de saúde, o ticket alimentação, a estabilidade no emprego e a aposentadoria.

Os empregados dos Correios que ainda mantêm seus empregos devem estar atentos a todas essas mudanças. É preciso buscar, com urgência, barrar esses ataques através de uma política de Frente Única de luta que busque colocar a classe operária no controle da produção e em igualdade de poder com os patrões.

Nesse sentido, os trabalhadores dos Correios precisam impedir as demissões em sua terceira fase, exigindo de imediato mais contratações através de concurso público, denunciando para a população as verdadeiras condições de trabalho a que estão submetidos na Empresa, impedindo a entrega total dessa que ainda se mantém como a maior empresa pública e patrimônio da população brasileira.

FORA GUILHERME CAMPOS E TODOS PRIVATISTAS!

POR UM CORREIO PUBLICO E DE QUALIDADE!

POR UM GOVERNO DOS TRABALHADORES DA CIDADE E DO CAMPO!

atiradorO primeiro semestre de 2017 foi muito problemático para os trabalhadores do Correios e a população em geral. Diversos ataques foram intensificados, visando retirar todos os nossos direitos democráticos. A privatização dos Correios está batendo a porta. Essa situação nos coloca a necessidade, cada vez maior, de uma intervenção firme por parte dos setores que serão atingidos pelas mudanças na prestação de serviços postais prestados pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).

O sucateamento já denunciado tem como finalidade única a entrega da Empresa para o controle da iniciativa privada (privatização). As milhares de demissões tornarão o exercício das atividades, nos diversos setores, extremante penosos. O desgaste aumentará a cada dia o número de trabalhadores afastados por excesso de trabalho e assédios constantes.

Mas não fica por aí. A ECT tem elevado a prestação dos serviços com outros campos de atuação como, por exemplo, no ramo bancário, telefonia e outros. Isso tem causado muitos transtornos para os trabalhadores, que têm sofrido ataques de todos os lados, não só da população usuária, mas também com o aumento cada vez maior de assaltos. As Agências, ao acumular a função bancaria, virou alvo fácil dos assaltantes, uma vez que não há qualquer medida de segurança.

Coincidentemente, neste mês de junho, dois dos principais setores de distribuição dos Correios, localizado na cidade de Betim, foram assaltados de forma seguida. A impressão que se dar é que os setores foram monitorados pelos assaltantes em busca de alguma mercadoria ou objeto específico, que não são de conhecimento dos trabalhadores, mesmo porque os carteiros transportam e entregam todo tipo de mercadoria, com mais ou menos valor, sem saber do que se trata.

O SINTECT-MG orienta, mais uma vez, aqueles que estão em situação de risco, que já sofreram assalto, que denunciem para o seu Sindicato para que possam ser tomadas as providências cabíveis. Essas medidas devem estar alinhadas com a ação prática da nossa categoria, a única forma de fazer com que a Empresa melhore as condições de trabalho e segurança de todos os trabalhadores que têm sido vítimas do descaso da direção da ECT e do governo golpista.

Para o segundo semestre que se inicia, é preciso que os trabalhadores dos Correios estejam preparados e organizados para a Campanha Salarial e a unificação das principais categorias de trabalhadores, que também se encontram na mira dos ataques imperialista, que vem impondo uma política de recessão e miséria contra os países pobres de toda a América Latina.

A condição colocada para barrar essa situação passa pela organização da grande massa trabalhadora para o enfrentamento que está colocado para o próximo período de lutas.

Pela unificação das lutas
Contra todas as reformas
Por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo
Não à privatização dos Correios

 

Filie-se

O SINTECT – MG tem como objetivo buscar a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores, preocupando-se de estar presente e ao seu lado a todo tempo. Por este motivo estamos buscando convênios para facilitar a vida de seus filiados. Se cada um de nós, (capital e interior) empenharmos em firmar pelo menos um convenio, o numero crescera cada vez mais, criando facilidade para a vida de nos os trabalhadores. Quando os trabalhadores se unem as coisas acontecem!

VENHA FILIE-SE E FORTALEÇA A NOSSA CLASSE.

Saiba mais

Mundo do Trabalho

logomundo

 

Nossas reuniões são abertas à participação de entidades sindicais, estudantis, movimentos sociais e popular, Jurídicas e de pessoas que queiram debater e lutar contra o aprofundamento da precarização do mundo do trabalho.

Newsletter

Receba em seu e-mail as atualizações de nosso site. Fique por dentro das novidades e notícias do seu sindicato.

Aqui você tem voz!

denuncia

Visitas: 56465

SINTECT-MG | Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Correios e Telégrafos e Similares de Minas Gerais

Rua dos Carijos, 141, Centro - Belo Horizonte - MG
(31) 3224-0752 - (31) 3031-2497 (Jurídico)
sintectmg@ig.com.br